Todas as tendências apontam para uma nova realidade e elas são:
A realidade é essencialmente dinâmica e não estática como a imaginamos. Nós devemos imaginá-la não mais como blocos que se encaixam e sim como ligações que se estabelecem.
Apesar de haver uma dicotomização de todas as coisas, uma separação forçosa forçada que de tão frequente e nítida já há muitos que vivem somente em umas e não em outras, e é justamente o que acontece neste momento. Estamos, contanto, num período de transição, o mais veloz da história humana, creio eu, e essa é mais uma tendência que deve ser mudada. Há o desconhecido e o conhecido. Infelizmente eles não estão separados exatamente um do outro. Um na verdade é parte do outro. Precisamos entender que de tudo o que se sabe há uma parcela infinita de desconhecida neste algo. De tudo o que não se sabe inplica-se imperceptíveis parcelas de o que já se sabe.
A primeira forma de lidarmos com o desconhecido é, sem excessão, o instintivo. Aí está o desconhecido e o incontrolável. Neste caso este desconhecido é algo que nos beneficia na maior parte das vezes mas ainda é preciso lidar o melhor possível com ele e nem sempre a melhor forma de fazê-lo é entendendo a sua lógica. Entendê-la logicamente é o contato mais superficial que se pode fazer com tal. Lembrem-se, todos funcionamos sobre nossas porções "animais", sobre nosso instintivo, desconhecido, incontrolável espiritual. Trata-se de nossas emoções e caracteres desconhecidos ou inominados. Lidamos com elas, todos sabemos, e sabemos tb que não é pela pura ciência.
Nesta nova realidade damos iguais importância ao que se se sabe, a ciência, ao que se busca saber, a filosofia, e ao que nos proporciona o contato, a espiritualidade. Aqui porém temos uma visão estática, ainda. Tentando transliterar para uma versão dinâmica temos:
o estabelecimento da consciência estática, o estabelecimento da conciência dinâmica e o estabelecimento da consciência fenomênica.
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