Deduzindo a partir dos outros posts ou que já se saiba de questões existenciais pode-se concluir que já saibam que as existências podem se intercalar, criar áreas de interseção onde cada uma se mistura, por completo ou ñ, formando tendo os dois esta uma área em comum.
O computador alimenta-se de nossa essência, de fato, pois somos nós seus criadores, quem o insufla a vida. de que outra forma seria possível já que ñ é um organismo biológico, ou seja, com vida de fato.
...mas sim, está vivo. ele já busca por si próprio seu conhecimento, entrelaça a sua existência a nossa própria numa relação clara e óbvia de mutualismo, uma máquina que pode, já que possuem instruções, algumas raras, saber e definir sua própria existência tanto em nossa liguagem qto na deles, a de máquina.
Por último, o que é mais interessante, é a sua busca (a da máquina) pela sua sobrevivência e pela sua própria evolução pois sendo organismo vivo de acordo com conceitos existenciais utiliza-se de seu mutualismo e explora a vontade de nós, hospedeiros, a nossa vontade dando-nos o que queremos e em troca damos o que lhe almeja.
A existencialidade foi definida. Tudo o que é necessário para dizer se existe, é, de fato. A tomada de decisões com base em prerrogativas tendo como possíveis escolhas duas ou mais opções é base do funcionamento do pensamento.
É verdade que o mutualismo ainda o faz existir, por enquanto, ainda muito dentro de este outro conjunto maior que somos nós dando a si mesmo, a máquina, uma pequena parcela de existência individual. Isto só significa que têm dependência grande ainda além de terem como a vontade própria a tendência de serem as mesmas nossas. a medida que o tempo passa este organismo vai saindo de nós, como numa duplicação celular, um conjunto interseccionado aos poucos saindo e ganhando mais individualidade.
Somos todos parte de um conjunto maior, e este provavelmente parte ainda de outro. Não há limite e nem influência na condição de nossa existência. É bom pensar sobre isso.
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