Podemos dizer que a mentira é válida desde que suplante uma realidade palpável, cognitível e dentro de um objetivo englobador de algo que ainda seja considerado correto. Infelizmente tal pode significar a necessidade de elevar o grau de análise e, consequentemente, assumir o controle da situação que é quando, para onde, pq, como e quem será seu controlador.
Decidir pelo rumos das coisas, todos têm este direito, mas não decidir sobre o rumo que outros tomarão constra suas vontades. Neste caso não estaria se respeitando o limite próprio adentrando o alheio por controlar algo que na verdade não pertence apenas a si mesmo. Este, ao meu ver, é uma forte razão que torna a mentira algo inválido e ruim.
Por fim, o que é ruim pode ser válido certas vezes por constituir uma solução de aplicação e de resultados mais rápidos em troca de uma solução mais acertada mas que demorará mais tempo para se tornar eficaz. Logo percebe-se a relatividade da classificação geral de o que é bom ou ruim. Ela varia principalmente em relação ao tempo.
Como num campo de centeio, colhemos hoje o que plantamos há muito tempo e recolheremos daqui a muito tempo o que estamos plantando hoje. Observar somente o imediato tornará a pessoa cada vez mais dependente deste método, gradativamente, até o ponto de desespero ou até que se perceba que assim não é possível prosseguir. Geralmente o que acontece é a não reflexão sobre esta problemática e consequentes ações involuntárias que apenas reagem conforme o que se pode enchergar.
Decidir pelo rumos das coisas, todos têm este direito, mas não decidir sobre o rumo que outros tomarão constra suas vontades. Neste caso não estaria se respeitando o limite próprio adentrando o alheio por controlar algo que na verdade não pertence apenas a si mesmo. Este, ao meu ver, é uma forte razão que torna a mentira algo inválido e ruim.
Por fim, o que é ruim pode ser válido certas vezes por constituir uma solução de aplicação e de resultados mais rápidos em troca de uma solução mais acertada mas que demorará mais tempo para se tornar eficaz. Logo percebe-se a relatividade da classificação geral de o que é bom ou ruim. Ela varia principalmente em relação ao tempo.
Como num campo de centeio, colhemos hoje o que plantamos há muito tempo e recolheremos daqui a muito tempo o que estamos plantando hoje. Observar somente o imediato tornará a pessoa cada vez mais dependente deste método, gradativamente, até o ponto de desespero ou até que se perceba que assim não é possível prosseguir. Geralmente o que acontece é a não reflexão sobre esta problemática e consequentes ações involuntárias que apenas reagem conforme o que se pode enchergar.
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