sexta-feira, 13 de julho de 2007

Introspecção, Visualização, Imaginação e, por que não, Vivência?

Antigamente as aparências dos sistemas de computadores eram pouco amigáveis. Quem lembra das linhas de comando? Hoje em dia temos um fenômeno chamado intuitividade ou, simplesmente, interfaces amigáveis. Nelas percebemos objetos. Razão da descrição, interface orientada a objetos. Linhas dão a sensação tridimencional. Cores também. Além de transferirem diversas sensações, emoções. Desenhos variados que, a nossa mente, fazem sentido independentemente de já ter estudado informática ou nunca ter visto um computador.

A intuitividade é extremamente mais complexa, extensa e complicada do que isso. Trata-se de um universo, um mar de possibilidades e de criações. Estas moldam-se por meio de programadores (refiro-me não só a profissionais mas a quem programa o visual, como sua na redação da escola, por exemplo). Também o código baseado (ex: Word) traz influências, dicas, sugestões. Herdamos bastante. O fato é que vivemos em um meio cognitivo na Informática.

Nossa mente interpreta as formas que, se bem feitas, traduzirão informações corretas ao cérebro. Centramos-nos nas informações a fim de realizar nosso intuito e, inconscientemente, interpretamos as demais formas de modo transparente a nós mas absolutamente básica.

Este universo cognitivo é novo a nós mas penetra com capacidade otimizada. Percebam a evolução dos sistemas operacionais. Toda a interface emanando saber intuitivo. Seu mundo transfere-se para este aqui, o dos bits e bytes. Você vive por códigos binários e já não sabe mais disso.

... e pensar que tudo ñ passam de impulsos de elétrons, eletricidade percorrendo condutores e semi-condutores.

Seu universo expandido traz todos os tesouros de uma terra inexplorada. Vide internet. Vc então buscará, sempre instintivamente, seu novo eu cognitivo, sua representação cibernética, a fim de transmutar o seu ser a este mundo. Isto com uma finalidade única: simplesmente poder viver nela.

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