sexta-feira, 13 de julho de 2007

Arte (Apple) ou Negócios (Microsoft)?

Não sou tão inocente a ponto de achar que estas são suas únicas características ou necessariamente são suas predominantes, de que suas opostas são desprovidas das semelhanças da primeira ou ainda que as duas grandes empresas ñ compartilham esta ou aquela tendência, referência ou método.

O fato é que são características marcantes e, por esta natureza, são utilizadas como um ponto revigorante de marketing além de política interna. Afinal de contas, quais são os papéis da arte e dos negócios na Informática, em nossas vidas e no dia-a-dia?

A arte confunde-se com o próprio homem por constituir expressão, comunicação e a própria informação tocante ao ser humano se ñ for, por constituição, sua própria essência. Um artista tem o dom de se comunicar num nível acima do normal a todas as outras pessoas. Ao visualizar um objeto e, no caso, um produto comercial, imediatamente nos o visualizamos e interpretamos a mensagem que este nos passa.

A longo prazo ele se mostrará mais ou menos útil conforme sua adaptação ao uso que deverá estar moldado ao homem evitando-se o contrário, o homem se adaptar ao objeto. Uma maior percepção da natureza humana proporcionará produtos que inteligentemente, se ñ for algo a mais que isto, se adaptarão morfologicamente, metafisicamente ou ñ, ao usuário ou a quem com eles interagirem.

A arte está um nível acima da comunicação. Isto significa que ela é mais importante por englobar a comunicação, todos os seus caracteres e ainda outras nuâncias mais relacionadas a esta. Trata-se de um estado supremo da primeira. Tecnologia voltada para o homem sem sombra de dúvida é um apêlo forte demais.

Por outro lado, os negócios regem todos os sistemas vigentes de nossa época e de muitas outras. Agir com inteligência e eficácia neste meio é como ser um peixe e saber nadar bem. Pode acontecer de os interessas da dona dos negócios ñ ser o mesmo dos consumideres, problemas do capitalismo, mas isto ñ impede o sucesso. Agir em bem do próximo ñ é consenso.

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